segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Walk of Shame ( Minha casa caiu) - Filme


Bom dia gente!!!! Depois de um tempo sumida, eu resolvi aparecer pra fazer uma indicação aos amantes da comédia; pra quem por acaso lê meu blog, sabe que eu não sou muito chegada nesse tipo de filme, mas em nome da diversidade eu sempre procuro ver de tudo... e foi assim que um dia desses, de bobeira aqui em casa eu dei de cara com esse filminho aqui, que pra início de conversa traz no elenco a Elisabeth Banks que eu gosto desde que vi Pagando bem que mal tem onde ela e o Seth Rogen faz um excelente trabalho. 
Então... sabe aquele dia em que absolutamente nada da certo? ATENÇÃO... eu disse NADA mesmo!! Pois o filme conta a história de um dia na vida da repórter Meghan Miles, dia esse em que nada acontece da forma que deveria para a coitada.


As coisas já começam a dar errado quando no início do filme já encontramos nossa protagonista passando pela " sofrência" de ter sido abandonada pelo namorado, logo em seguida ela recebe um telefonema de um colega de trabalho para dar a triste notícia de que ela não tinha conseguido o emprego que tanto queria, então... com tantas notícias ruins, ela é convencida pelas amigas que sair pra dançar, beber e quem sabe conhecer um gatinho era uma excelente idéia... ha ha ... mal sabia ela o que estava por vir...

A coitada decide ir embora da festa sozinha, mas acaba saindo pela porta errada... detalhe: a porta não tem maçaneta e o salto da sandália engancha na escadinha de ferro... enfim... eu não vou contar o filme não, mas pra quem quiser dar umas boas risadas, eu super indico.  Apesar de ser uma comediazinha romântica, fiquei pensando depois que apesar de tuuudo ter dado tão errado para a Meghan durante o filme todo, no final todas as coisas se ajeitam, assim como a nossa vida né? Tem horas que tá uma confusão dos diabos, mas depois sempre vem a calmaria... e as coisas se ajeitam, portanto, paciência minha gente! ;)

terça-feira, 7 de julho de 2015

Polêmicas... Polêmicas e mais Polêmicas


Boa tarde gente!!! Dessa vez me superei não foi? Tanto tempo sem postar no blog, mas nos últimos meses estava com a cara enfiada nos livros, afinal, quem nasce pobre tem que ralar e muuuuuuuuuuito pra "ser gente" como dizia minha vó. Mas em meio a tantas leituras e trabalho, não podia deixar de vir aqui engrossar os debates sobre esse mundo " polêmico" em que estamos vivendo atualmente. Ninguém pode fazer absolutamente NADA sem se tornar o centro de algum tipo de polêmica... ninguém pode ser gay, gostar dos livrinhos de colorir, curtir um ou outro estilo musical, votar no que acredita ser certo... ninguém pode nem mesmo morrer, como foi o caso do cantor sertanejo Cristiano Araújo que faleceu no último dia 24 de Junho.

A gente vive escrevendo em tudo quanto é canto que RESPEITO é a palavra de ordem, que é direito de qualquer cidadão e apesar de não sermos obrigados a aceitar nada, somos sim obrigados a respeitar e blá, blá, blá.... mas acontece que na prática, a teoria tem sido outra. Eu queria escrever especificamente sobre os fatos decorrentes do falecimento do Cristiano Araújo.... e vou ser bem sincera... eu nunca tinha ouvido falar dele, depois de umas duas conversas com algumas pessoas que curtiam o som dele, obviamente já tinha ouvido umas duas músicas, mas como nunca fui muito ligada no mundo sertanejo, foi só... mas eu tenho essa coisa de pesquisar na internet sobre artistas que morrem, no início sempre a título de curiosidade... sempre quero saber quem é o fulano, o que fez, qual a contribuição para o mundo musical... enfim... quem era... Fiz isso quando a Amy, o Michael Jackson e o Chorão morreram, afinal sempre tem uma ou outra música que eu não conheço e aumentar o repertório é sempre bom.

A morte desse menino me fez perder um pouco a fé na humanidade ( parafraseando minha amiga Jordânia) ... Esse processo já é tão doloroso e difícil pra quem fica aqui, me pergunto por que será que existem pessoas que tentam deixar as coisas mais duras do que já são? Não existe absolutamente nada que possa justificar o fato de um ser humano ( que teimo em acreditarque tenha nascido com um coração)  achar que tem o direito de sair filmando a autópsia de alguém, esquecendo-se que aquela pessoa é o filho e pai de alguém... que existem muitas pessoas que o amam e ver uma cena daquela seria nada menos que um ato de extrema crueldade. Eu sempre tento enxergar o lado bom das pessoas, mas de fato nos tornamos essa sociedade do espetáculo que com sua frieza e falta de compaixão pelos outros, se sente no direito de filmar tudo o que acontece ao nosso redor e postar na internet, a impressão que eu tenho é de que quando alguém pede por socorro, antes de ajudar, a gente corre pra filmar e só depois ajudar, afinal... aquela cena poderá nos render muitos views na internet né? Se você digitar o nome do Cristiano Araújo no youtube tem milhões de vídeos, inclusive vídeos dele agonizando durante o resgate... e eu só me pergunto... pra que gente? Pra que filmar isso e postar na internet? Se fosse um membro da minha família eu me sentiria extremamente desrespeitada e machucada com esse tipo de situação.


Depois de tanto sofrimento, lá vem o jornalistazinho ... é... aquele do Medida Certa, transferido para o Vídeo Show e agora nem sei onde é que anda, que aparentemente enxerga nessa situação de comoção nacional uma oportunidade de voltar a ser assunto nas conversas dos brasileiros e posta um texto carregado de preconceitos e pré-julgamentos de coisas que ele não sabe; e isso foi outro fato que me fez perder a fé na humanidade... Acho que ele poderia ter dito absolutamente tudo o que disse, mas de uma outra forma... sendo cuidadoso com as palavras, lembrando que naquele momento os familiares/fãs do cantor viviam seu luto e por isso mereciam RESPEITO; Quem não tem uma coisa boa para falar nesses momentos , cala a boca... é tão simples isso!! 

Eu não era fã, mas ainda assim me compadeço da dor dos outros, não tenho filho, mas acredito que a dor mais profunda que pode existir é um pai/mãe perder um filho... Isso é algo inimaginável em todos os sentidos... e como disse a mãe da namorada do cantor, que também veio a óbito, é passar pelo vale da sombra da morte mesmo. Pensar que aquela pessoa que você carregou no seu ventre por nove meses, que cuidadosamente escolheu um nome, deu tudo de bom que você poderia oferecer a alguém não está mais presente é duro... acredito eu que seja uma dor excruciante... Não existirão mais aniversários, natais, comemorações em família sem que essa dor apareça... o tempo vai passar e vai ser possível conviver com esse sofrimento sim, mas a dor continuará ali por todo o sempre... o único conforto que pode existir nesses casos é só Deus mesmo, e a certeza de que a morte não é o fim... 


Tá.. tá... tá... mas chega de tristeza e vamos terminar esse post de um jeito alegre; como eu disse anteriormente, eu não sabia quem era o Cristiano Araújo, a apesar de não curtir muito o sertanejo, é inegável pra qualquer pessoa de bom senso com um conhecimento mínimo de música, que esse cara cantava demaissss... quem é a pessoa normal que alcança essas notas gente? rs...  
O que eu lamento foi só ter descoberto quem era Cristiano Araújo depois que ele foi morar lá no andar de cima, mas confesso que ando ouvindo e qualquer dia vai rolar um cover lá no meu canal ;)

Pra terminar, vou deixar vocês com o primeiro dos quatro episódios da Europe Tour dele ano passado... se ficarem curiosos procurem os outros lá no canal C.A no Youtube que tem tuudinho!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

STILL ALICE ( Para sempre Alice) - Filme


Depois de algum tempo sem postar nada no blog ( correria... falta de tempo mesmo...) voltei para falar do filme que marcou o final de semana: Still Alice Para sempre Alice). Esse drama traz como protagonista ninguém menos que a minha queridíssima Juliane Moore no papel de uma professora de Linguística renomada que se vê em um quadro de Alzheimer precoce no auge dos seus cinquenta anos. No elenco também temos a Kirsten Stewart e o Alec Baldwin.

O filme começa nos apresentando nossa protagonista como uma mulher extremamente bem sucedida profissionalmente, sendo requisitada por várias universidades para dar palestras, escritora consagrada no campo da comunicação com um livro que se tornou imprescindível em qualquer curso que lidasse com o tema. Logo em seguida somos apresentados à sua vida pessoal, com um marido que a adora e três filhos frutos desse casamento, enfim... tudo estava de fato completo na vida dela, no entanto o destino, com suas brincadeiras sem graça, lhe traz um diagnóstico de uma doença que não tem histórico de aparecer tão cedo... Imaginar uma pessoa que vive de palavras começar a simplesmente esquecê-las foi de partir o coração.


De repente ela não mais se lembrava das receitas, esquecia-se de coisas que fazia cinco minutos atrás, se perdia no campus da universidade onde trabalhou a vida inteira... com certeza não deve ser fácil viver nesse mundo de esquecimento. Uma das cenas que mais me chamou atenção foi quando Alice esquece até mesmo onde fica o banheiro da sua casa chegando inclusive a fazer xixi nas calças.... deve ser muito ruim voltar a depender inteiramente das pessoas, sabendo que num futuro não muito distante, ela não mais se lembraria delas... nem dos filhos, do marido... de ninguém... A sensação de estar em um lugar repleto de pessoas que a gente não conhece agindo como se fossem próximas a nós deve ser desesperadora.


Pra quem por acaso lê meu blog, sabe que eu vivo de dramas né? Então dizer que eu gostei do filme nesse ponto talvez seja extremamente redundante... eu achei singelo... triste... dramático...comovente... difícil encontrar um adjetivo apenas para descrever, mas separei a minha cena favorita:
Nesse pedacinho ela cita o poema da Elisabeth Bishop The art of losing:

One Art

The art of losing isn’t hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn’t hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother’s watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn’t hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn’t a disaster.

—Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan’t have lied. It’s evident
the art of losing’s not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.

Então eu suuuuuper indico o filme, principalmente pra quem curte dramas!

;)
Nessa

terça-feira, 10 de março de 2015

3096 days ( filme)


Ontem eu tava super à fim de assistir a um filme triste, que colocasse um tijolo no meu peito e me fizesse chorar litros.... drama à parte o escolhido da vez foi esse drama policial lançado em 2012 e dirigido por Sherry Hormann que narra a triste história de Natascha Kampusch, uma menina austríaca que foi sequestrada e mantida em cativeiro por oito anos - exatamente por 3096 dias. 

Não achei o filme lá essas coisas... atuações fracas não foram capazes de me fazer sentir nem um pouco do terror e medo que essa criança sentiu ao ser sequestrada aos dez anos de idade e ser submetida à todo tipo de violência, desde à física à psicológica, sem falar nas constantes humilhações e abusos. 


O sequestro acontece de uma maneira tão banal... um dia como outro qualquer em que uma menina de dez anos segue para a escola, em um caminho percorrido por tantas outras crianças, e simplesmente é abduzida por um estranho que a atira em uma van... é de cortar o coração perceber o quanto ela emagrece devido à escassez de comida, que era usada como uma forma de o sequestrador controlá-la... inclusive o ar que chegava ao seu cativeiro era controlado. E se a gente pensa que todo esse drama foi vivido por uma criança.... 


Á medida que Natscha vai crescendo, seu sequestrador vai se tornando mais violento, talvez com a intenção de mantê-la sob controle... mas o fato que é que além de todos o sofrimento já citado, ele também começa a abusar sexualmente dela; imagina só você ter passado pela adolescência de uma maneira tão cruel como essa e ainda acabar tendo que satisfazer seu agressor forçadamente dessa maneira...

Felizmente a história de Natascha teve um final feliz... ela finalmente consegue fugir ( o que causa o suicídio do seu sequestrador) e escrever um livro contando as atrocidades a que fora submetida, o que posteriormente desencadeou a produção desse filme, mas infelizmente as marcas desse passado são cicatrizes que ela jamais conseguirá apagar...



Vasculhando a internet, encontrei tantos outros casos semelhantes como o das três meninas que recentemente também conseguiram fugir do seu sequestrador depois de passarem onze anos em cativeiro...e o que torna a história delas ainda pior do que a da Natascha é o fato de que algumas delas chegaram a ter filhos do criminoso... 


.... também encontrei o caso da Jace Duggard, que é tão horrível quanto, já que ela ficou em poder do sequestrador por dezoito anos ( Dá pra imaginar???????????????//) com o qual teve duas filhas :(


Não dá pra entender o que se passa na cabeça de alguém para ter a coragem de ser tão perveso... o que esses bandidos roubaram dessas meninas jamais poderá ser devolvido, infelizmente elas terão que aprender a conviver com esse passado horrendo para o resto de suas vidas...

Tema pesado né?

I know... I know...

;)
Nessa 




Coisas Boas...


"Acabou-se o que era doce!" Infelizmente acabou a folga... os dias de filmes e séries... as viagens, agora é hora de voltar ao trampo!!! Ninguém curte muito isso né? Depois que a gente pega o ritmo tá ótimo, mas essa volta é como se todos os dias da primeira semana fossem segundas-feiras. Mas devo dizer que meu 2015 que chegou assim, como quem não quer nada, me trouxe foco, fé e esperança de que no final tuuuuudo, mas tudo mesmo vai valer à pena e vai dar suuuuuuuuuuuuuper certo; é a famosa luz no fim do túnel que tanto se fala por aí!
Nunca fui a guria que faz os planos no final do ano que está morrendo na esperança de conseguir realizar tudo no ano seguinte, e esse ano confesso que tava bem desmotivada; mas nada como um dia após o outro... sempre há de ter uma surpresinha boa que te impulsiona a perceber que tudo nessa vida é passageiro e que às vezes é importante saber enxergar lá na frente, assim você supera as dificuldades mais facilmente.


Ainda tenho um longo caminho pela frente... posso dizer que estou aí entre o primeiro e o segundo degrau dessa loooooooooooooooooonga escadinha, mas é assim mesmo, não é fácil ( não tá fácil nem para a apresentadora global super loira que acabou de assinar com outra emissora de um porte menor, quanto mais pra mim! .. rs)...

But no matter what... I know I am gonna reach my goal... I can't say when, but deep in my heart I can feel this is the perfect time!!

I wish all my collegues, teachers, an amazing year of work!!!

Nessa  ;)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A ÚLTIMA CARTA DE AMOR (livro)





E hoje terminei de ler A última carta de amor, esse livro super, mega e hiper romântico que tem me acompanhado nos últimos meses...  confesso que tive vários momentos durante a leitura, mas da metade para o finel ( aproveitando as férias também obviously) eu tava esquecendo até que precisava comer, tomar banho , etc de tão contagiante que a história se tornou.

Bem, o livro começa quando a jornalista Ellie encontra cartas de amor suuuuuuuuuuuuuuper românticas ( daquelas que qualquer mulher se amoleceria completamente se recebesse) no arquivo do jornal onde trabalha, e como ela precisava de um tema para uma reportagem, nossa heroína começa a investigar o material encontrado datado de 1960.


E dentro das quase 400 páginas muito bem escritas pela autora Jojo Moyes, nós, meros leitores, nos deslumbramos com o amor surreal e impossível entre Jennifer e Anthony.... ela , uma socialite casada com o rico e poderoso Laurence e ele, um simples jornalista que se apaixonou pela mulher errada. Logo de cara vivemos o drama de Jeniffer que perde a memória em um acidente de carro e não consegue lembrar-se de nada... no entanto aos poucos ela começa a encontrar cartas escritas pelo seu amante ( Anthony) espalhadas pela casa e viver a agonia de tentar saber quem era o autor das cartas... 

E para completar, além de narrar a história que se passou nos anos 60, também somos convidados a viver os dramas amorosos da jornalista Ellie, que tinha um relacionamento com um homem casado ao qual ela idolatrava, mas ao mesmo tempo sofria por saber que não teria futuro algum nesse tipo de relação.. sentimento esse compartilhado ( de certa forma) por Anthony, que morria de amores por Jeniffer, mas lá no fundo acreditada que ela jamais pudesse se separar do marido e de todo o conforto que seu dinheiro pudesse comprar.

Quem costuma ler meu blog, sabe que não gosto muito de contar a história, gosto mesmo é de despertar a curiosidade para que alguém sinta vontade de ler o livro, mas o que posso dizer é que todas essas histórias de amor se cruzam e é bem nesse momento que fica impossível largar o livro.

Aproveitem aí os dias de folga para colocar a leitura em dia, e para os românticos de plantão eu super indico A última Carta de Amor.

;)
Nessa

sábado, 17 de janeiro de 2015

Glee ( 5ª temporada)


Eu adoro Glee!!!!  Acho que não poderia começar o post de hoje com uma frase melhor... 

Gostei de todas as temporadas, obviamente de algumas mais do que outras ( a terceira me ganhou) , mas a quinta temporada veio com um gostinho diferente. Assim que terminei de ver a quarta fiquei super ansiosa com a chegada da quinta, mas nesse meio tempo o ator que interpretava o Finn faleceu, e eu já fiquei me amarrando para ver a série porque dali pra frente o namoradinho da Rachel simplesmente desapareceria... 


Mas assim que tive uma folguinha do trampo, resolvi dar uma chance à quinta temporada e definitivamente não me arrependi, o que não quer dizer que não tenha chorado baldes tanto no episódio em que eles se despediram de Finn quando nos outros em que ele era mencionado, só fico imaginando como deve ser difícil tanto para a Lea  quanto para todo o elenco ter que gravar sem o Cory... dar continuidade a uma história sem um de seus personagens mais importantes. Me digam quem foi que não chorou ao ver pelo menos essas duas performances:




Chorei... e chorei baldes com essas e outras apresentações ... mas o fato é que a quinta temporada de Glee já deixou saudades... e apesar de muita gente considerar essa uma série bobinha de adolescente, eu simplesmente gosto da forma como eles abordam certos tema, inclusive nessa temporada ( e um pouquinho na quarta) eles lidam com a formatura do ensino médio e a dúvida constante sobre o que fazer no futuro, e isso é algo que todo mundo passa várias vezes na vida.

Não vou ficar aqui enchendo o post de spoiller não, mas quero terminar dizendo que eu super indico a quinta temporada de Glee ... e para concluir, outra apresentação que gostei bastante: